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Economia, Tecnologia e Apoio aos Pequenos

Uma das grandes polarizações que divide nossa política é aquela entre economia e social. Ou a economia cresce, ou as pessoas mais vulneráveis são ajudadas. Mas será que essa polarização é realmente verdadeira? Eu acredito que não!

Para mim, a economia precisa estar integrada às necessidades da população. Não adianta ignorarmos a economia em busca de melhorias sociais, porque assim nada se resolve.

 

Mas também não adianta estimularmos uma economia que fique concentrada na mão de pouquíssimas pessoas, sem atender às necessidades de todos que são necessários para que essa economia exista.

Acredito que o crescimento econômico é fundamental para uma cidade mais igualitária, pois economia aquecida significa mais arrecadações para administração pública e, assim, maiores possibilidades de programas de assistência à população mais vulnerável.

BH necessita que o dinheiro circule entre suas empresas, indústrias, comércios, camelôs… pois só a economia aquecida traz recursos para nossa cidade e permite que eles sejam usados de modo a atender todos os cidadãos.

Mas qual economia pretendemos estimular em pleno 2020? Eu defendo a construção da economia belorizontina apoiada em três pontos principais: tecnologia, diversidade e sustentabilidade dos pequenos.

Tecnologia porque BH é um dos maiores polos de tecnologia da América Latina, berço de inúmeros talentos na área de computação e polo nascente de startups e empresas de grande potencial inovador. E também porque tecnologia e dados são o novo minério, nossa grande força para as próximas décadas.

Diversidade porque é urgente diminuir as diferenças de gênero e raça, promovendo o acesso das mulheres e das mulheres negras a posições de liderança na nossa construção econômica. O mundo está buscando a  diversidade porque ela traz melhores resultados e nós não podemos ficar para trás.

E, finalmente, sustentabilidade dos pequenos porque a grande parte dos empreendores de BH são pequenos, periféricos e sem apoio. Porém, são eles também a maioria em nossa economia. É preciso capacitá-los para que nossa economia cresça e nossas desigualdades diminuam.

Construir uma economia pujante em BH é um grande desafio, mas que pretendo estimular conhecendo e mapeando o perfil econômico de nossa cidade, propondo políticas públicas que atendam às reais necessidades da população, que diminuam as burocracias e que nos levem a ao crescimento econômico sustentável.